Que toda poesia sangre... Diante do homem que chora,
Que toda criança se revolte... Quando a maturidade os tornar
céticos,
Que todo amor se rebele... Quando os homens perderem-se
dentro da monotonia,
Que as terras desse mundo diluam-se em poucas lagrimas... Quando
não houver carinho,
Que o tempo desapareça... Quando medirmos nosso silencio,
Que a religião se desfaça... Quando metodizar os corações,
Que reiterem os corações... Daqueles que tomam o mundo
apenas para si,
Que compreenda a mediocridade... Quando o silêncio a
sucumbir,
Que compreenda o poeta... Quando inútil parecer viver.






